Conclusão do trabalho - O funcionamento da cor
1. Qual é a diferença essencial entre sistema aditivo (RGB) e sistema subtrativo (CMYK)?
A diferença principal é como as cores são criadas. O sistema aditivo (RGB), usado em ecrãs, parte do preto e adiciona luz para criar cores, onde a mistura de todas resulta em branco. Já o sistema subtrativo (CMYK), usado para impressão, parte do branco do papel e subtrai luz através de tintas, onde a mistura de todas as cores forma um tom escuro próximo ao preto.
2. Que blending mode usaste para cada caso e porquê?
Para o RGB, usei o modo de mistura Linear Dodge (Add) ou Screen. Estes modos são ideais porque simulam a adição de luz, o que faz com que as cores sobrepostas se tornem mais claras. Para o CMYK, usei o modo de mistura Multiply. Este modo simula a sobreposição de tintas, fazendo com que as áreas de interseção fiquem mais escuras.
3. O que aconteceu às cores quando converteste entre RGB e CMYK?
Quando o documento foi convertido de RGB para CMYK, as cores perderam intensidade. Isto acontece porque a gama de cores que um monitor (RGB) consegue reproduzir é muito mais vasta e vibrante do que a gama de cores que as tintas (CMYK) conseguem alcançar na impressão. Por exemplo, um verde-limão fluorescente que se vê no ecrã parecerá mais apagado na impressão.
4. Onde (ex.: monitor / impressora) usarás cada sistema na prática?
Na prática, o sistema RGB deve ser usado em tudo o que está destinado a ser visualizado em ecrãs, como websites, vídeos ou aplicações. O sistema CMYK é o padrão para a impressão e deve ser usado em qualquer material físico, como revistas, cartazes ou folhetos.


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